Eletromobilidade & eletropostos
O carro elétrico já chegou. A pergunta que quase ninguém fez a tempo foi: onde ele carrega?
Um eletroposto não é um equipamento à espera de clientes: é um pedaço de terra que virou serviço. Localização, fluxo, recorrência: as mesmas variáveis que precificam um imóvel de renda, aplicadas a um ponto de energia. Um ponto bem especificado responde a uma pergunta simples: quanto tempo esse carro fica parado aqui?
Implantamos e incorporamos infraestrutura de recarga. AC e DC, corredores e hubs, sob protocolos abertos (OCPP) e a norma vigente (NBR 17019, Resolução ANEEL 1.000). Presença ativa no Nordeste, com expansão para os próprios empreendimentos do grupo: mobilidade elétrica integrada ao patrimônio que já incorporamos.
Cada eletroposto aprovado hoje nasce sob regras mais leves. A janela regulatória não avisa quando fecha, só se percebe depois.
O que instalamos depende do lugar, não do catálogo: corrente alternada de 7 a 22 kW onde o carro dorme ou almoça; corrente contínua onde ele apenas passa. Protocolos abertos (OCPP) em tudo, para que nenhum ponto fique refém de um único fornecedor de software.
A receita de um ponto tem mais de uma camada: energia vendida com margem, tempo de ocupação, assinatura de frota, publicidade do local. A localização define o mix certo; o erro clássico é cobrar de um jeito só em todos os lugares.
Os empreendimentos do próprio grupo funcionam como campo de prova: instalamos, operamos e medimos em casa antes de recomendar fora. Poucas coisas dão mais segurança a um parceiro do que saber que o fornecedor consome o que vende.